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DEPOIMENTO E MEMÓRIAS MINHAS SOBRE IDA A FÁTIMA

Atualizado: Mai 14





Estocolmo, 12/05/2020


Caríssimos, caríssimas


Estive faz pouco tempo em Fátima porque o Ari queria ir lá. Visitamos todos os locais, estivemos numa celebração,acendemos velas, oramos,pedi por todos os meus queridos e pelo mundo.

Ari estava mais interessado e contrito que eu, o que é bem interessante por ele e a família e o país dele não serem católicos. Fomos naquelas viagens com guia que saem diariamente de Lisboa de uma praça determinada. Nunca pensei em ir e gostei da ideia. Gratidão ao Ari.

Abraço carinhoso,

Alzira Maria

Abaixo uma oração a ela.

DEPOIMENTO DE REGINA SCHEER:

O Santuario de Fatima, foi uma experiência de profunda paz.   

A simplicidade da igreja e o sermão do padre - chegamos na mesma hora - pura sincronicidade-  que um grupo de pelegrinos - daí a oportunidade de assistirmos uma missa ao crepúsculo, foi um ato de fé e gratidão.                         

Como na minha infância morei no bairro de Fátima , no Rio de Janeiro, os festejos para a Nossa Sra no mês de maio, procissões e missas faziam parte da agenda cristã de minha familia.                   

Papai que me acompanhava nessa viagem também se emocionou. 


Gratidão, querida, por compartilhar! Essas experiências são mágicas.

A minha mágica aconteceu antes. Ari passou meses dizendo que queria ir a Fátima na viagem que faríamos a Portugal.

Lá, na véspera de irmos, foi marcada uma reunião, e ele veio me dizer que não poderíamos ir. Respondi a ele que depois de ouvi-lo por dias e dias dizer que queria ir a Fátima, nós iríamos a Fátima. Pedi a ele que explicasse aos outros participantes da reunião e arranjasse outra possibilidade para a reunião porque nós já tínhamos comprado nossa viagem num dos ônibus da praça.

Assim ele fez e lá fomos nós!( Ele saiu agora da sala de reunião(hoje de 12:00 às 18:00 a duração) para pegar uma mexerica e me disse que eles são 40 pessoas de 3 continentes.

Lembrei da minha sobrinha Brenda quando me visitou em Aachen na Alemanha. Me disse que a Europa, onde estava pela primeira vez, era o quarto continente que ela visitava: ela é brasileira, americana e marroquina; já tinha estado na África, morava na América do Norte, ia sempre ao Brasil e estava naquele momento na Europa. Já virou médica a Brenda e continua a mesma pessoa interessante!

Quando pequena ela só falava português no Brasil e se recusou a falar inglês com o Ari, que estava no Brasil e ainda não falava português; pra ela, bem pequena, Ari devia ser um ET.

Boas lembranças me vieram!

Abraços,

Alzira Maria


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